3Radar 3 de 6

Radar Tributário

A maior parte do dinheiro perdido em carteira de saúde não vem de erro de cálculo: vem de enquadramento. Lucro Presumido a 32% onde caberia 8%, Anexo V onde caberia Anexo III, retenção de 4,65% recolhida sem necessidade. O Radar Tributário cruza o perfil de cada CNPJ com os requisitos de cada regime e mostra onde a conta está maior do que deveria.

O que ele observa

As bases públicas lidas a cada ciclo, por CNPJ da carteira.

Fonte públicaO que é lidoLeitura
Regime de apuração registradoSimples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real e a coerência do regime com o porte e a atividadeMensal, por CNPJ
CNAE cruzado com anexo do SimplesAtividade registrada contra o anexo aplicável e contra a regra do fator rMensal, por CNPJ
Requisitos de equiparação a serviço hospitalarAtividade, estrutura declarada e registros regulatórios que sustentam a presunção de 8% de IRPJ e 12% de CSLLMensal, por CNPJ
Base normativa e jurisprudência aplicávelInstruções normativas, soluções de consulta, decisões do CARF e do STJ que afetam o grupo de atividadeRevisão contínua
Legislação de ISS do município do estabelecimentoCódigo de serviço, alíquota e local de incidência para a atividade registradaPor município, quando aplicável

Os alertas que ele gera

Cada alerta chega com o que o disparou e a evidência da fonte.

AlertaO que disparaEvidência no alerta
Presunção reduzida não aproveitadaO CNPJ no Lucro Presumido tem perfil compatível com serviço hospitalar e apura a 32%Requisitos atendidos, requisito pendente e efeito estimado
Anexo do Simples divergenteA atividade registrada aponta anexo diferente do aplicado, ou o fator r muda o anexoAnexo aplicado, anexo indicado e base da divergência
Retenção na fonte provavelmente indevidaO serviço prestado está entre os casos em que a retenção de PIS, COFINS e CSLL não se aplicaHipótese legal e natureza do serviço
ISS recolhido em município incompatívelO local de incidência da atividade difere do município de recolhimentoMunicípio do estabelecimento e regra de incidência
Benefício em risco por requisito formalUm requisito acessório do benefício deixa de ser atendidoRequisito, fonte e prazo de regularização
Mudança normativa que alcança a carteiraEntra em vigor norma ou decisão que muda o tratamento da atividadeNorma, data de vigência e CNPJs alcançados

Por que isso importa no escritório

O efeito prático de cada achado na rotina de quem fecha a competência.

  • Equiparação hospitalar é o item de maior valor

    A diferença entre 32% e 8% de presunção de IRPJ, somada a 32% e 12% na CSLL, muda a carga do cliente em uma ordem de grandeza. O radar mostra quem já atende os requisitos e quem está a um ajuste de distância.

  • Fator r vira e desvira todo mês

    Folha sobre receita acima ou abaixo de 28% move a atividade entre Anexo III e Anexo V. Quem acompanha só no fechamento anual descobre a mudança depois de meses recolhendo a maior.

  • Retenção indevida é caixa parado

    Retenção recolhida sem hipótese legal não se perde, mas fica presa em compensação e saldo negativo. Para clínica com margem apertada, isso é capital de giro travado.

  • Oportunidade identificada é honorário consultivo

    Cada apontamento é uma conversa concreta com o cliente, com número e fundamento. É o que separa o escritório que fecha guia do escritório que entrega tese.

O que este radar não faz

O limite do serviço, dito antes da contratação.

O Radar Tributário aponta hipóteses fundamentadas a partir de dado público e de norma vigente; ele não emite parecer, não assina responsabilidade técnica, não retifica obrigação e não faz cálculo de recuperação. A decisão de aplicar, e a análise documental que a sustenta, continuam sendo do escritório.

Em que planos ele está

Mensal, sem fidelidade.

— Sentinela✓ Consultivo✓ Parceiro

Veja onde a sua carteira paga mais do que deve

Digite o CNPJ do escritório e veja a análise em menos de 30 segundos. Sem cadastro, sem reunião.